À medida que o verão se aproxima, todos estão ansiosos para ver que forma essas férias, as mais longas do ano em muitos países, terão. Incerteza sobre a reabertura das fronteiras, a disponibilidade de voos internacionais, desencadeou campanhas em grande escala, tanto a nível de governos de países, como a nível de hotéis, para estadias – visitar e descobrir o próprio país.

Por exemplo, o governo francês, um país que tradicionalmente depende fortemente de grandes números turísticos internacionais, mobilizou a mídia do governo para promover uma região ou vila diferente da França após o noticiário diário das 13:00, um dos horários de pico de audiência de televisão. Sensibilizando a população para a diversidade e a beleza do próprio país, a iniciativa, além de oferecer uma solução de férias, visa direcionar negócios para as regiões para poder preservar os monumentos e o patrimônio que sofreram particularmente com o confinamento prolongado.
Redes de hotéis internacionais como Relais & Chateaux, Ritz Carlton, Intercontinental e Hilton também aderiram fortemente às redes sociais para oferecer pacotes de “estadias” e incentivos para nacionais viajarem dentro de seus países.
Em seu webinar semanal sobre tendências de hospitalidade, a empresa de dados STR destacou o desejo do consumidor por uma experiência boutique mais personalizada, longe dos centros populacionais onde o risco de contaminação permanece muito real. Esse medo deve beneficiar enormemente a tendência de estadias, já que os viajantes exploram áreas mais remotas em busca de cultura e autenticidade.
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